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Criado para ajudar a reduzir o índice de endividamento do policial militar do Acre, o Programa de Prevenção e Tratamento do Superendividamento e Educação Financeira, elaborado pelo Núcleo de Prevenção e Tratamento do Superendividamento da Polícia Militar do Acre, é levado para centenas de servidores públicos na capital e no interior do estado. 
 

Nesta quinta-feira, 7, palestra com o tema foi proferida pelo sargento Kayron Barreto, responsável pelo núcleo, e pela major Elisângela Monteiro, diretora de Recursos Humanos da PMAC a servidores da Defensoria Pública, por meio do Centro de Estudos Jurídicos (Cejur). 
 

O Acre é o terceiro no ranking do superendividamento, segundo dados do Serasa Experian, que contabilizou em fevereiro um total de 65,2 milhões de brasileiros com contas em atraso, com 46,4% da população adulta inadimplente em abril de 2021. Estado fica atrás somente dos estados do Amazonas e Mato Grosso. 

Programa de Prevenção e Tratamento de Superendividamento é levado a servidores por meio de palestra Foto: Golby Pullig/Ascom DPE

“A maioria das pessoas que passam pela situação de endividamento pensam que estão sozinhas, e não estão. Um dos objetivos do programa é fazer com que a pessoa tenha mais qualidade de vida ao manter a saúde financeira em dia. Quem tem dívidas não dorme direito, não vive bem”, explica a major Elisângela.
 

Para o sargento Kayron, que faz simulações sobre o solucionamento de dívidas durante a palestra dando orientações práticas para a resolução de problemas financeiros, o superendividamento afeta não só a parte emocional como também a social do trabalhador, excluído do mercado do consumo e de seus grupos sociais. 
 

“Essa pessoa é deixada de lado por colegas de trabalho, familiares, amigos e, muitas vezes, precisa ser ajudada por outras pessoas”, pontua o sargento para quem é importante que a população brasileira receba educação financeira desde os primeiros anos do ensino básico. 
 

A defensora-geral, Simone Santiago, destaca a importância de temas como estes serem abordados e difundidos entre a população para que mais pessoas possam acessar seus direitos e corrigir falhas na forma como lidam com suas finanças. “Este tipo de informação é precioso e de grande relevância, não somente para o indivíduo, mas também para a economia do país. Com as contas sanadas, a população pode consumir mais e ter mais qualidade de vida”.
 

Entre as sugestões para reduzir o endividamento estão a redução com gastos com cartão de crédito, concentrar o vencimento das contas, usar aplicativos de controle financeiro, fazer portabilidade de crédito e não renegociar dívidas sem planejamento. 



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