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Na manhã desta terça-feira, 14, a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), por meio da Coordenadoria Criminal, promoveu atendimento jurídico e orientações para internos da Comunidade Terapêutica Arco-Íris, localizada no Polo Hélio Pimenta, na estrada de Porto Acre, Km 19.

 

O atendimento foi realizado pelo coordenador Criminal, Cássio Tavares e pela assistente jurídica, Natasha Marreiro. A iniciativa da DPE/AC visa acompanhar, auxiliar e prestar assistência às entidades que desenvolvem trabalhos com pessoas em situação de vulnerabilidade e que buscam apoio para a reabilitação.

Orientação jurídica promovida pela DPE na Comunidade Terapêutica Arco-íris. Foto: Felícia Lanay/Ascom DPE

 

O defensor público, Cássio Tavares, destacou a importância da ação para promoção de assistência jurídica àqueles que se encontram em tratamento nas casas terapêuticas e/ou respondem a processos judiciais.

 

“Nosso objetivo é que essas pessoas possam responder seu processo de forma regular, informar e orientar sobre o cumprimento da pena imposta, se for o caso, e evitar qualquer dano no tratamento ofertado pela casa terapêutica, e consequentemente, evitar a reincidência criminal ou qualquer outro tipo de prejuízo para sua reintegração na sociedade”, disse.

 

Fundada em 1995, a Comunidade Terapêutica Arco Íris, administrada pela Igreja Católica de Rio Branco, tem como finalidade acolher e proporcionar um estilo de vida saudável, promovendo a prevenção, recuperação para dependentes de álcool e outras drogas, qualidade de vida e a reinserção social e familiar. 

 

Atualmente, a Comunidade abriga nove internos que participam de diversas atividades como laborterapia, grupos de apoio, palestras de órgãos públicos e privados, apoio e acompanhamento aos familiares, entre outras.

 

Antônio Roberto Pereira, ingressou na Comunidade em 2015, passou pelo processo de recuperação e hoje é monitor da casa e contribui com os trabalhos realizados.  “Aqui foi onde eu encontrei uma oportunidade, um novo caminho para me reintegrar na sociedade. As pessoas que procuram essa Comunidade recebem acolhimento e o apoio que precisam para ajudar na recuperação”, contou.



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